Integração e Inclusão
Ao longo do tempo percebemos que a deficiência física, mental e outras, eram vistas como características incuráveis do indivíduo e era defendida a idéia de que os diferentes deveriam sermantidos em locais de segregação, instituições que lhes proporcionavam alimentação, abrigo, cuidados e lhes protegiam do convívio com a sociedade. Várias críticas em torno das instituições foram surgindo, dando espaço a novas idéias, baseadas em normalização, que defendiam que as pessoas com deficiências, tinham direitos garantidos de estudar, serem tratadas por serviços profissionais e quando modificadas e normalizadas, seriam integradas à vida social. A integração do indivíduo seria feita através de intervenções e avaliações que o modificariam para integrá-lo à sociedade.
As práticas educacionais para pessoas com necessidades especiais passaram por transformações que se intensificaram a partir da década de 90. As idéias sobre os portadores de necessidades especiais foram se ampliando, baseadas no princípio de igualdade, que afirma que todos os que constituem a diversidade social têm direitos iguais. Para garantir tais direitos há necessidade de garantir condições diferenciadas, que possam atender às necessidades especiais apresentadas por cada ser, construindo, assim, uma escola inclusiva, que garanta acesso ao espaço comum da vida em sociedade, promovendo a formação de cidadãos críticos, participativos, agentes de transformação social.
Na integração os portadores de necessidades especiais têm o direito de serem tratados, de forma a aproximar do padrão considerado normal, assemelhando-se à maioria, buscam assim, modificá-los, no sentido de aproximá-los da normalidade. Os alunos devem adaptar-se às normas, às exigências e à organização da escola.
A inclusão é compreendida como um processo de construção coletiva, que implica ajuste mútuo, o portador de necessidades especiais manifesta suas necessidades, a sociedade fundamentada no princípio de igualdade, toma providências cabíveis, possibilitando acesso e convivência deste, no espaço comum. Portanto a inclusão educacional só será plena numa sociedade democrática, que respeita e reconhece que é formada por diversidade de seres, transformando-se e disponibilizando ações pessoais, físicas, materiais, equipamentos, acessibilidade que permitam considerar particularidades e garantir participação de todos.
Logo, a integração baseia-se no princípio da normalização, desenvolve a pessoa com deficiência, a fim de integrá-la à comunidade, quando estiver “pronta”, de acordo com avaliações; logo, pessoa diferente, vivendo com pessoas supostamente iguais.
A inclusão baseia-se no princípio de igualdade, todas as crianças devem aprender juntas, não importando quais dificuldades ou diferenças elas possam ter, para isto promove ajustes, programa ações que julga necessárias para atender ao conjunto de necessidades, procurando inserir o portador de necessidades especiais na comunidade, logo, pessoas diferentes convivem respeitosamente, na diversidade. A escola comum transforma-se em lugar produtivo, pois na convivência com pares que apresentam particularidades diferentes, encontram espaço para aprendizagem de novas habilidades.
A nossa escola é considerada inclusiva, mas para que realmente isto aconteça de forma significativa, é necessário que se faça alguns ajustes, investindo na formação e capacitação de servidores; adequação do espaço físico, necessitando, ainda, diversificação de recursos e maior entrosamento com a comunidade.
Ao longo do tempo percebemos que a deficiência física, mental e outras, eram vistas como características incuráveis do indivíduo e era defendida a idéia de que os diferentes deveriam sermantidos em locais de segregação, instituições que lhes proporcionavam alimentação, abrigo, cuidados e lhes protegiam do convívio com a sociedade. Várias críticas em torno das instituições foram surgindo, dando espaço a novas idéias, baseadas em normalização, que defendiam que as pessoas com deficiências, tinham direitos garantidos de estudar, serem tratadas por serviços profissionais e quando modificadas e normalizadas, seriam integradas à vida social. A integração do indivíduo seria feita através de intervenções e avaliações que o modificariam para integrá-lo à sociedade.
As práticas educacionais para pessoas com necessidades especiais passaram por transformações que se intensificaram a partir da década de 90. As idéias sobre os portadores de necessidades especiais foram se ampliando, baseadas no princípio de igualdade, que afirma que todos os que constituem a diversidade social têm direitos iguais. Para garantir tais direitos há necessidade de garantir condições diferenciadas, que possam atender às necessidades especiais apresentadas por cada ser, construindo, assim, uma escola inclusiva, que garanta acesso ao espaço comum da vida em sociedade, promovendo a formação de cidadãos críticos, participativos, agentes de transformação social.
Na integração os portadores de necessidades especiais têm o direito de serem tratados, de forma a aproximar do padrão considerado normal, assemelhando-se à maioria, buscam assim, modificá-los, no sentido de aproximá-los da normalidade. Os alunos devem adaptar-se às normas, às exigências e à organização da escola.
A inclusão é compreendida como um processo de construção coletiva, que implica ajuste mútuo, o portador de necessidades especiais manifesta suas necessidades, a sociedade fundamentada no princípio de igualdade, toma providências cabíveis, possibilitando acesso e convivência deste, no espaço comum. Portanto a inclusão educacional só será plena numa sociedade democrática, que respeita e reconhece que é formada por diversidade de seres, transformando-se e disponibilizando ações pessoais, físicas, materiais, equipamentos, acessibilidade que permitam considerar particularidades e garantir participação de todos.
Logo, a integração baseia-se no princípio da normalização, desenvolve a pessoa com deficiência, a fim de integrá-la à comunidade, quando estiver “pronta”, de acordo com avaliações; logo, pessoa diferente, vivendo com pessoas supostamente iguais.
A inclusão baseia-se no princípio de igualdade, todas as crianças devem aprender juntas, não importando quais dificuldades ou diferenças elas possam ter, para isto promove ajustes, programa ações que julga necessárias para atender ao conjunto de necessidades, procurando inserir o portador de necessidades especiais na comunidade, logo, pessoas diferentes convivem respeitosamente, na diversidade. A escola comum transforma-se em lugar produtivo, pois na convivência com pares que apresentam particularidades diferentes, encontram espaço para aprendizagem de novas habilidades.
A nossa escola é considerada inclusiva, mas para que realmente isto aconteça de forma significativa, é necessário que se faça alguns ajustes, investindo na formação e capacitação de servidores; adequação do espaço físico, necessitando, ainda, diversificação de recursos e maior entrosamento com a comunidade.
Trabalhar o Projeto Incluir é a tarefa de nossa escola, é grande o nosso desafio, mas não é impossível!
Aceitamos sugestões para nosso trabalho!


